Petrogênese do Banco Davis, Cadeia Vitória-Trindade, Atlântico Sul: o Papel de Voláteis (H2O e CO2) na Evolução Magmática do Banco Davis

João Vitor Mendes de Jesus, Anderson Costa dos Santos, Júlio Cezar Mendes, Werlem Holanda dos Santos, Caio Assumpção Queiroz Rego, Mauro Cesar Geraldes

Resumo


O Banco Davis pertence à Cadeia Vitória-Trindade (CVT) que está situada na porção offshore da região sudeste do Brasil, no Atlântico Sul. Neste trabalho foram feitas análises petrográficas e químicas de rocha e minerais, difratometria de raios X (DRX) e comparação de dados com a literatura. O Banco Davis é caracterizado litologicamente por um basanito, holocristalino, composta essencialmente por microfenocristais de clinopiroxênio e plagioclásio, por vezes apresentando aspecto glomeroporfírítico, uma matriz microlítica com plagioclásio e foides, além de opacos. O enriquecimento em elementos incompatíveis (La/SmN ~ 4,1) e (La/YbN ~ 21,7) superior aos outros montes e bancos da CVT, aliado a análise mineralógica modal (nefelina ± leucita), o alto teor de K2O (2,9 wt.%), o conteúdo baixo de MgO (4,0 wt.%) e as anomalias negativas de K e Ba em diagrama multielementar, sugerem, a partir de diagramas petrogenéticos comparativos, uma evolução a partir de um melt isobárico gerado a ±2,6 GPa de um lherzolito fértil contendo anfibólio fortemente fracionado em olivina e clinopiroxênio, principalmente.


Palavras-chave


Banco Davis; Cadeia Vitória-Trindade; Petrologia; Melt Isobárico.

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DOI: http://dx.doi.org/10.11137/2019_3_237_253

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