TRAJETÓRIA PT.HORÁRIA PARA O METAMORFISMO DA SEQUÊNCIA JUSCELÂNDIA, GOIÁS: CONDIÇÕES DO METAMORFISMO E IMPLICAÇÕES TECTÔNICAS

RENATO DE MORAES, REINHARDT A. FUCK

Resumo


A sequência metavulcanossedimentar Juscelândia é formada por anfibolitos, gnaisses, xistos e metacherts, provenientes do metamorfismo de basalto, riólito, riodacito, rochas sedimentares pelíticas e químicas. O metamorfismo que afetou as rochas da sequência foi da fácies anfibolito, zona da sillimanita. As condições de P e T do pico do metamorfismo foram determinadas em 600 °C e 5,5 kbar com o auxílio de vários métodos termobarométricos. Os critérios texturais indicam que granada, estaurolita, cianita e sillimanita cristalizaram nesta ordem até o pico do metamorfismo, quando as rochas começaram a ser exumadas e, sob condições de pressões mais baixas, ocorreu a cristalização da cordierita. Essa sucessão indica que o metamorfismo seguiu uma trajetória P-T horária, típica de cinturões colisionais.

Palavras-chave


Sequência Juscelândia; Goiás; Termobarometria; Trajetória P-T.

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