GEOCRONOLOGIA Rb-Sr E Sm-Nd DA INTR USÃO MÁFICO- ULTRAMÁFICA A CAM AD AD A DE CANA BRAVA, BRASIL, E CONSIDERAÇÕES SOBRE SUA EVOLUÇÃO TECTÔNICA

CIRO TEIXEIRA CORREIA, VICENTE A. V. GIRARDI, COLOMBO C. G. TASSINARI, HARDY JOST

Resumo


O complexo de Cana Brava é interpretado como um complexo estratiforme anorogênico e seu acamamento mergulha de 30 a 50° para NW. O maciço é composto por cinco unidades acamadadas que contêm várias associações de fases cumulus e proporções variadas de minerais inter-cumulus. As transições entre as unidades são caracterizadas por mudanças abruptas na composição destas fases. Da base para o topo, a seqüência compreende anfibolitos (PICB1) sobrepostos por serpentinitos (PICB2), metawebsteritos (PICB3) e metagabros (PICB4 and PICB5). A seqüência era originalmente formada por micrograbros, peridotitos, websteritos e gabros. Dados isotópicos indicam que o magma parental do Complexo de Cana Brava evoluiu da seguinte forma: (a) Derivação mantélica há cerca de 2,5 Ga e subseqüente residência subcrustal; (b) Intrusão na Seqüência vulcano-sedimentar de Palmeirópolis e cristalização ígnea há cerca de 2,0 Ga; (c) Metamorfismo e deformação dúctil-rúptil em ambiente compressivo a 1,3 Ga, e (d) Metamorfismo posterior e re-equilíbrio durante o Ciclo Brasiliano, a cerca de 0,77 Ga.

Palavras-chave


Cana Brava; Complexo estratiforme; Intrusão acamadada; Máfico-ultramáfica; Geocronologia.

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