SOBRE A ISOSTASIA NA MARGEM EQUATORIAL BRASILEIRA

ULISSES THIBES MELLO, ANDRE ADRIANO BENDER

Resumo


A partir da aplicação de técnicas de analise espectral cruzada a perfis de batimetria e de anomalias gravimétricas ar-livre, dispostos perpendicularmente à margem equatorial brasileira, obtiveram-se funções experimentais da resposta isostática do embasamento. Essas funções, também denominadas funções de admitância experimentais, não estão associadas a nenhum mecanismo isostático predefinido. Funções de admitância teóricas podem ser obtidas a partir de modelos isostáticos conhecidos. A comparação entre funções de admitância experimentais e teóricas mostra que, na margem equatorial brasileira, o relevo batimétrico (carga superficial) é compensado regionalmente conforme o modelo isostático flexural. A espessura elástica equivalente média da litosfera para esta margem é estimada em 5-10 km , Na região da Bacia Pará-Maranhão , esse resultado pode estar subestimado devido à provável presença de carga subsuperficiais contrastes de densidade intra ou subcrustais).


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