O PROTEROZÓICO MÉDIO NO BRASIL: ENSAIO DO CONHECIMENTO E SEUS PROBLEMAS

BENJAMIM B. BRITO NEVES

Resumo


Há uma grande heterogeneidade em qualidade e quantidade acerca das informações geológicas do Proterozóico Médio da América do Sul. Qualquer síntese deverá enfatizar primeiro a exuberância das ocorrências e exposições litoestruturais vulcânicas e sedimentares, assim como a importância de plutonismo anorogênico que privilegiaram algumas porções de supercontinentes então existentes. Estas grandes massas siálicas estariam presentes no norte (Domínio Pré-Brasiliano) e na parte centro-leste (São Francisco - Paramirim) do continente sul-americano. Neste último caso, o supercontinente está agora completamente circundado de faixas móveis brasilianas. As faixas móveis mesoproterozóicas estão somente bem preservadas no interior destes supercontinentes, os quais funcionaram no Proterozóico Superior como áreas cratônicas e antepaíses para as faixas do Brasiliano. A maioria das outras faixas móveis do Proterozóico Médio foi completamente reestruturada durante o Ciclo Brasiliano. Por seu turno, em alguns casos, há faixas brasilianas cujos processos de assoreamento sedimentar e vulcano-sedimentar começaram durante diferentes fases dos tempos mesoproterozóicos .


Palavras-chave


Proterozóico Médio; Assembleias vulcano-sedimentares; Espinhaço; Sunsas; Brasiliano.

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