VARIAÇÃO GEOQUÍMICA NOS CINTURÕES VERDES DE GOIÁS (BRASIL): AS SEQÜÊNCIAS DE HIDROLINA E CRIXÁS

GIORGIO . RIVALENTI, MAURIZIO MAZZUCCHELLI, VICENTE ANTÔNIO VITORIO GIRARDI, MARIA ÂNGELA FORNONI CANDIA, MASSIMO COLTORTI, CIRO TEIXEIRA CORREIA, FRANCA SIENA, CRISTINA FINATTI

Resumo


Os cinturões verdes de Crixás e Hidrolina situados no Estado de Goiás podem representar componentes desmembrados de um mesmo corpo ou cinturões adjacentes. Suas seqüências estratigráficas e evoluções tectono-metamórfícas são semelhantes, assim como seus componentes ígneos (metakomatiítos, metabasaltos e metavulcânicas félsicas). Quimicamente, eles diferem no comportamento das relações entre CaO e Al2O3, com MgO, e na conduta de vários elementos compatíveis e incompatíveis (Cr, Ni, Ti, Sc, Y, Zr, P). O comportamento de Ca e Al, anômalo em Crixás, é tentativamente atribuído a um processo de cristalização cujos controles não estão esclarecidos. Tal processo, atuante em Crixás, e não existente em Hidrolina, implicaria na formação de clinopiroxênio em meio a uma massa constituída principalmente por olivina. Ás diferenças no comportamento dos elementos traços foram atribuídas principalmente à heterogeneidade composicional e modal da fonte mantélica, que foi provavelmente mais rica em espinélio em Crixás do que em Hidrolina.

Palavras-chave


Cinturão de rochas verdes; Heterogeneidade mantélica Crixás; Hidrolina; Goiás.

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