PROBLEMS IN THE UTILIZATION OF THE BRAZILIAN CODE OF STRATIGRAPHIC NOMENCLATURES AS RELATED TO MODERN RESEARCHES

SETEMBRINO PETRI

Resumo


Alguns estratígrafos, aplicando Estratigrafia de Seqüências para a elucidação de ambientes de deposição de formações brasileiras, têm se confrontado com problemas de compatibilização de suas seqüências com as unidades litoestratigráficas formais. O caráter objetivo das unidades litoestratigráficas, principalmente formações, é aqui enfatizado, de modo que com alguma flexibilização na definição de formação, a compatibilizaria com as seqüências. Para enfatizar a natureza interpretativa de algumas propostas de seqüências, dois exemplos são aqui citados envolvendo a mesma sucessão de camadas com propostas diferentes de seqüências. Variações litológicas dentro da unidade litoestratigráfica são discutidas. A maioria dos estratígrafos brasileiros considera os sistemas deposicionais, conseqüências de tectonismos locais ou regionais, não diretamente relacionados com flutuações eustáticas mundiais do nível do mar. A este respeito, transcrevem-se aqui exemplos de trabalhos publicados por alguns geólogos brasileiros.


Palavras-chave


Estratigrafia; Código brasileiro; Pesquisas modernas.

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