BRAZILIAN CRETACEOUS PALEOCLIMATES: EVIDENCE FROM CLAY-MINERALS, SEDIMENTARY STRUCTURES AND PALYNOMORPHS

SETEMBRINO PETRI

Resumo


Este trabalho sintetiza as inferências paleoclimaticas obtidas das estruturas sedimentares, argilominerais e palinomortos das formações cretáceas brasileiras. Climas quentes predominaram durante os tempos cretáceos. Os palinomortos sugerem ligeiro resfriamento no Neo-Wealdeniano e no Neo-Maestrichtiano; os climas contudo nunca teriam sido mais frios do que o subtropical. Os argilominerais e as estruturas sedimentares dos sedimentos neo-maestrichtianos não suportam, contudo, inferências de grande resfriamento nestes últimos tempos do Cretáceo. Climas úmidos foram a regra durante o Wealdeniano. Climas secos estão bem documentados no Neo-Aptiano e climas secos prevaleceram até o Cenomaniano. Os climas mais secos do período Cretáceo tem ocorrino no Neo-Albiano, de acordo com os palinomortos. No Santoniano-Maestrichtiano, climas úmidos teriam prevalecido nas regiões costeiras e climas mais secos teriam prevalecido no interior.

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